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VISITA: Ocepar recebe responsável pela unidade de projetos da FAO no Paraná

O Sistema Ocepar recebeu, na manhã desta quinta-feira (23/05), a visita de Carlos Antônio Ferrari Biasi, responsável pelo escritório da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) no Paraná. Trata-se da primeira unidade de projetos instalada no Brasil pela FAO, que antes só tinha escritórios em capitais federais. A unidade paranaense responde pelos três estados do Sul do País e está funcionando no Instituto Emater, em Curitiba, desde o último dia 25 de março. Ela conta ainda com uma representação no Parque Tecnológico da Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu. Na Ocepar, Biasi esteve reunido com o presidente João Paulo Koslovski e com o superintendente José Roberto Ricken.

Experiências exitosas – Desde que assumiu o cargo, Biasi tem entrado em contato com diversas entidades nos três estados do Sul que possuem ligação com os temas prioritários de atuação da nova unidade da FAO no País: produção de alimentos, agricultura familiar, agroecologia, defesa sanitária vegetal e animal, gestão do solo e das águas, preservação ambiental e inclusão sócio-produtiva.  “Nós temos tido a oportunidade de contatar com um conjunto de entidades do Paraná e estivemos em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, inclusive nas organizações estaduais das cooperativas gaúchas e catarinenses, Ocergs e Ocesc. Em todos os locais, as instituições têm percebido a importância que esse trabalho pode ter para os três estados do Sul e para cada uma das entidades. A parceria, seja com representantes da sociedade civil ou com os órgãos de governo, é fundamental para que possamos atingir o primeiro dos objetivos estabelecidos, que é identificar experiências exitosas realizadas nos três estados do Sul”, afirmou. “Hoje, nós estamos aqui na Ocepar porque conhecemos o sistema cooperativista paranaense, sabemos da situação de cada uma das cooperativas, do trabalho de longa data que vem sendo executado, da consolidação que o setor vem alcançando durante anos e, isso, eu tenho certeza que pode, não ser copiado, mas ser apresentado, discutido e ser fator motivador para que possamos ter um sistema cooperativista forte também em outros países”, disse Biasi.

Ações consolidadas – O responsável pela unidade de projetos da FAO também citou algumas características do cooperativismo paranaense que poderiam ser aproveitadas como forma de contribuição às demais entidades. “Poderia contribuir, por exemplo, nos aspectos ligados à organização, ao crédito e à agroindustrialização. O trabalho feito com jovens e, ainda, na área de defesa sanitária vegetal, desenvolvido pelas cooperativas também são exemplos que temos no Estado do Paraná e que podem perfeitamente ser divulgados e apresentados porque existem já ações consolidadas e que têm resultados efetivos, ou seja, são projetos que têm sustentabilidade”, acrescentou.

Ano Internacional das Cooperativas – Biasi lembrou ainda que 2012 foi declarado pela Organização das Unidas (ONU) como Ano Internacional das Cooperativas, em reconhecimento à importância do setor cooperativista em todo o mundo. “A filosofia da proposta cooperativista me parece que é o mais importante nesse processo de crescimento, de unidade de trabalho, de ação conjunta de todos os agricultores. E aqui o Estado é algo ainda mais necessário, na medida em que nós temos uma predominância de agricultores familiares, que é um dos públicos prioritários desse trabalho que vem sendo desenvolvido aqui pela FAO”, frisou.

Site e Seminário – Ainda de acordo com ele, os projetos bem-sucedidos desenvolvidos pelas entidades do Sul do País deverão ser disponibilizados por meio de um site para que as informações sejam compartilhadas, especialmente entre os países da América do Sul e da África. Além de identificar e cadastrar as experiências dos três estados do Sul, a unidade de projetos da FAO no Paraná também trabalha com a possibilidade intercâmbio para capacitação de técnicos de outros países. Biasi disse ainda que a sucessão familiar nas propriedades rurais tem sido identificado como uma questão importante no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e que está sendo estudada a possibilidade de realização de um seminário latino-americano para debater o tema e levantar as alternativas existentes para assegurar a permanência dos jovens no meio rural, propiciando as condições necessárias para atingir essa finalidade. 

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