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RODOVIAS II: Obra atrasada pode ser retomada

rodovias II 27 05 2013Prestes a realizar a maior rodada de concessões de rodovias do país, com a entrega de 7,5 mil quilômetros de estradas federais para a iniciativa privada, o governo decidiu apertar as atuais concessionárias de rodovias, por conta de uma série de atrasos verificados em contratos que tiveram início em 2008.

Críticas - Essas concessões, que foram realizadas durante a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, são alvo de críticas da oposição, que acusa o governo de ter concedido estradas com taxas pequenas de pedágios, mas que não apresentam boas condições ou mesmo as duplicações previstas em contrato. O governo refuta as acusações, diz que terá de usar dinheiro público para realizar obras extras nas concessões da década de 90, de Fernando Henrique Cardoso, para não onerar os contratos.

Postura rígida - Há menos de dois meses à frente do Ministério dos Transportes, o ministro César Borges adotou uma postura rígida para que os contratos sejam cumpridos e não descarta a possibilidade de tomar concessões de volta, caso as concessionárias não assumam novos compromissos e, mais do que isso, os cumpra.

Mudanças - Borges reconhece que mudanças em projetos de engenharia e trâmites de licenciamento ambiental tornaram mais lenta a execução de obras, mas afirma que essas questões já estão resolvidas e que a maior parte das concessionárias tem retido investimentos necessários. Sobre a atuação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a fragmentação de sua cúpula, afirma que todos os membros de sua diretoria foram indicados pela presidente Dilma Rousseff.

Senado - "Agora, isso depende do Senado, não é mais atribuição do Executivo. Não controlamos esse processo. Espero que o Senado aprove o mais rápido possível", comenta. Pelo número de multas dadas, diz Borges, a ANTT mostrou-se presente. "Acontece que, no momento atual, se as multas não têm o efeito desejado, partiremos para o processo administrativo." (Valor Econômico)

Clique aqui e acesse os principais trechos da entrevista concedida pelo ministro ao Valor Econômico

 

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