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COOPERATIVISMO IV: Profissionalização da gestão transforma cooperativas

Para que a cadeia produtiva flua com profissionalismo, é fundamental que as cooperativas invistam na profissionalização da gestão. Capacitar os colaboradores tem sido um dos passos fundamentais para atingir os resultados econômicos vistos atualmente.

Treinamentos - O crescimento da movimentação econômica está amalgamado com os investimentos em treinamentos feitos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), que surgiu em 1999. Em 2000, as cooperativas paranaenses movimentaram R$ 6,1 bilhões e a aplicação de recursos em treinamentos era de modestos R$ 1,8 milhão. No ano passado, os valores eram, respectivamente, de R$ 46 bilhões e R$ 19,5 milhões.

Fases - O gerente de desenvolvimento humano do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, explica que o trabalho da entidade pode ser dividido em três fases. "Entre 1999 e 2004 o foco era na qualificação profissional mais básica, entre 2004 e 2013 o investimento passou para as pós-graduações e, a partir de então, graduações e mestrado", explica ele.

Pós-graduação- Atualmente, estão em andamento cerca de 25 cursos de pós-graduação com o total de 1,6 mil alunos e um mestrado em gestão de cooperativas, na Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), em Curitiba. "Os colaboradores precisam ser treinados para atender melhor os cooperados. Além disso, melhoram o currículo deles e, ao fazer um TCC ou tese, eles trabalham algo relacionado à cooperativa em que atuam", complementa Boesche.

Certificação - Outro curso com alta demanda é o de Certificação de Conselheiros Cooperativos. O programa tem como objetivo aprimorar e desenvolver competências para proporcionar uma visão estratégica aos conselheiros das cooperativas, auxiliando na construção de novos cenários cooperativos, assim como fortalecer conhecimentos sobre as atribuições e responsabilidades do conselho e seus membros.

Relação direta- Não por acaso, Boesche ressalta que o crescimento do sistema cooperativista do Estado – em média 12% ao ano – está diretamente relacionado ao investimento em treinamentos, profissionalizando a gestão. "Um engenheiro agrônomo, por exemplo, pode chegar até a propriedade e, se estiver capacitado, auxiliar na gestão da propriedade do cooperado com muito mais qualidade", finaliza. (Folha Rural / Folha de Londrina)

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