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COOPERATIVISMO II: Relacionamento próximo e de confiança

cooperativismo I 07 07 2014Atualmente, no agronegócio, o produtor precisa de suporte técnico em sua propriedade, vislumbrando aumento de produtividade e ganhos reais na lavoura. No cooperativismo, esse primeiro elo da cadeia – que trata do relacionamento do cooperado com o engenheiro agrônomo contratado – faz toda a diferença para o sucesso do negócio.

Anseios - Profissionais treinados – até mesmo com MBAs e know-how internacional - não são luxo, mas sim uma necessidade para atender os anseios dos cooperados, que hoje contam com uma gama variada de informações, além de graduações e experiência em gestão. Bem diferente se comparado ao agricultor do passado.

Integrada - Na Cooperativa Integrada, por exemplo, são cem engenheiros agrônomos distribuídos por 54 unidades. Filho de agricultor e criado em meio ao sistema cooperativista, o engenheiro agrônomo Aleandro de Carvalho é coordenador técnico da regional Londrina e está em contato direto com produtores cooperados da cidade e de outros municípios, como Tamarana, Cambé e Ibiporã.

Informação - Ele relata que hoje é fundamental possuir a informação em mãos para atender com excelência cada um dos cooperados, de forma personalizada. "Nós temos informações da propriedade que muitas vezes eles mesmos desconhecem, como histórico de plantio, variedades utilizadas, adubação, se fez ou não rotação de cultura, entre outros dados. É preciso ter informações concretas para atendê-los. Hoje, o trabalho é feito de forma diferente. Com a biotecnologia e a informática em evidência, a cooperativa precisa evoluir constantemente para acompanhar o mercado", explica.

Confiança e credibilidade- Não por acaso, Carvalho terminou este ano um MBA em gestão empresarial. Em 2007, ele fez uma viagem técnica para os Estados Unidos e, em 2012, para Espanha e França, sempre com o intuito de conhecer produtores, centros de pesquisa, tudo através da cooperativa e diversos outros parceiros. "A cooperativa é a casa do produtor, deve passar confiança e credibilidade, sempre buscando novas alternativas para ele."

Engajamento - Um dos cooperados atendidos pelo engenheiro agrônomo é Ricardo Amano, que trabalha junto com o pai em uma propriedade de 240 hectares, em Cambé. Com apenas 27 anos e formado em engenharia elétrica, Amano sempre participou dos projetos da cooperativa envolvendo jovens e aprendeu na prática, junto ao pai e com o próprio trabalho da cooperativa.

Permanência - "Como meu pai fez com meu avô eu estou fazendo com ele, permanecendo nos negócios da família, principalmente pela dificuldade de mão de obra no campo. Optei por estar ao seu lado, a agricultura está no meu sangue e a cooperativa tem papel fundamental para nosso sucesso. Depositamos um voto de confiança, entregamos 100% da nossa produção para eles, e está sendo muito satisfatório em todos esses anos. Meu pai está com a Integrada desde o seu surgimento", conta.

Segurança - Para o jovem produtor, toda a equipe de profissionais da cooperativa é extremamente competente, o que dá segurança em todo o processo. "Não estou próximo apenas do Aleandro, mas também dos gerentes, do pessoal do balcão, do financeiro, diretores... É possível perceber o trabalho em conjunto e por isso depositamos nossa confiança na cooperativa." (Folha Rural / Folha de Londrina)

 

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