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COOPERATIVISMO I: Cadeia estruturada

cooperativismo destaque 07 07 2014Do insumo à exportação. Do plantio ao produto nas gôndolas dos supermercados. Hoje, quando se aborda o trabalho das cooperativas paranaenses, é impossível não tratar da gestão e dos investimentos em todos os elos da cadeia produtiva. Informação ao produtor, rastreabilidade, controles de segurança alimentar, capacitação dos colaboradores, logística, armazenamento, agroindustrialização, exportação: tudo precisa estar em sinergia para que o sucesso do segmento seja garantido.

Excelência - Sem dúvida alguma, as cooperativas do Estado conseguem fazer esse papel com excelência. E nesta edição, ao comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo, neste sábado (05/07), a FOLHA mostra como estão os investimentos e o trabalho em alguns desses elos. O tema "Cooperativas conquistam o desenvolvimento sustentável para todos", escolhido para a celebração da data em 2014, implica em atuar em diferentes frentes, dentro e fora da porteira.

Cadeia produtiva - O trabalho das cooperativas começou a abranger melhor todos os elos da cadeia produtiva a partir do ano 2000, quando teve início o processo de agroindustrialização. Com investimentos elevados, foi possível controlar de forma mais eficiente as commodities produzidas. "Antes, se vendia o produto para uma indústria, que dava sequência na cadeia. Hoje, temos boa parte do processo alocado em um só lugar, em uma só cooperativa", explica o gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Flávio Turra.

Assistência técnica- Diversas cooperativas colocam tudo na ponta do lápis, identificando e mudando processos, fazendo a diferença para os resultados finais. São 2 mil profissionais atuando diretamente na assistência técnica e 60% de todos os insumos, entre sementes, fertilizantes e agroquímicos, fornecidos no Paraná saem das cooperativas. "As informações incluem quantidade e o tipo de insumo utilizado em cada propriedade, além da produtividade de cada um dos cooperados", relata Turra.

Controle - O controle da cadeia segue forte quando a produção deixa as propriedades. De acordo com dados da Ocepar, os investimentos no setor estratégico – como logística, distribuição, aquisição de caminhões, tecnologia da informação, administrativo – devem ultrapassar a marca dos R$ 400 milhões este ano. Em relação à armazenagem, a estimativa é que a capacidade estática aumente 12%, passando de 15 milhões de toneladas para 16,8 milhões de toneladas. Um aporte estimado em R$ 1,2 bilhão.

Ganhos - Para Turra, trabalhar com seriedade, investindo e capacitando toda a cadeia faz a diferença nos ganhos econômicos. "Eliminando intermediários, agregamos maior valor à nossa produção e aos produtos finais", justifica.

Requisitos técnicos- Vale dizer ainda que trabalhando dessa forma, o cumprimento dos requisitos técnicos é bem maior. "Tudo precisa ser monitorado, o rigor ambiental fica muito maior, porque todo o processo é de responsabilidade nossa. Existem alguns pontos que ainda precisamos melhorar, como a questão da conservação dos solos nas propriedades e também no momento da armazenagem adequada, no que diz respeito à segregação da produção. Estamos no caminho", complementa Turra. (Folha Rural / Folha de Londrina)

 

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